5 releituras impressionantes de famosos desenhos animados

Conheça um pouco do trabalho de cinco artistas que se inspiraram em desenhos animados antigos e estão fazendo grande sucesso.

Jovens Titãs Gabriel Picolo

Uma das releituras de maior sucesso é a dos Jovens Titãs, feita por Gabriel Picolo. Depois de recriar os personagens de uma maneira bem mais moderna na rede social DeviantArt, o artista brasileiro ainda foi escalado para ser o desenhista oficial de uma nova história em quadrinhos (HQ), que será publicada pela DC Comics (detentora dos direitos da série). 

Scooby Doo! Keith Giffen

Nesta releitura, Keith Giffen deu novas personalidades aos detetives de Scooby Doo!, originalmente criado na década de 1970, além de um enredo mais voraz. Na HQ , os jovens, que não são mais tão inocentes como no desenho animado, enfrentam monstros mutantes em um mundo pós-apocalíptico. 

 

 

Johnny Bravo Sakimichan

Sakimichan possui mais de 39 milhões de visualizações em suas obras na rede social DeviantArt. A artista é conhecida mundialmente por dar aspectos realistas a personagens de games, filmes e desenhos animados. Entre seus trabalhos estão as releituras da Mulher Maravilha, Misty (Pokémon) e essa do Johnny Bravo.

 

Corrida Maluca Ken Pontac e Leonardo Manco

A nova história em quadrinhos da Corrida Maluca, criada por Ken Pontac e Leonardo Manco, traz os personagens em situações muito diferentes do que aquelas que nos acostumamos a ver no desenho animado dos estúdios Hanna-Barbera, criado em 1968. 

Agora, os corredores, assim como na nova HQ do Scooby Doo!, também vivem um um mundo pós-apocalíptico, onde precisam correr com suas máquinas para sobreviver. Que tal essa nova roupagem do Dick Vigarista e do Muttley?

 

Doug Funnie Isaiah K. Stephens

Os trabalhos do artista Isaiah K. Stephens já contam mais de 1 milhão de visualizações na rede social DeviantArt. E as releituras dos desenhos animados são as que se destacam, porque ele dá uma roupagem mais moderna e realista, como é o caso do Doug Funnie, personagem da Disney.

 

Por Rodrigo Bispo

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