‘Economia criativa é uma forma de pensar o mundo moderno”, afirma especialista

A indústria segue se automatizando e muitas pessoas estão perdendo seus empregos. Quem nunca ouviu falar: “os robôs estão roubando nossos trabalhos”?

No Reino Unido, em meados da década 1990, no governo do primeiro-ministro Tony Blair, a economia criativa surgiu como uma solução para problemas semelhantes na mudança de paradigma econômico.

À época, com a ida da produção para a Ásia e a resistência de empresas locais em aderirem às novas tecnologias, o governo britânico foi obrigado a planejar novas políticas econômicas e estratégias de crescimento, dentre as quais: o impulsionamento da economia criativa.

Em entrevista ao portal do Senac-SP, a economista Lidia Goldenstein ressaltou que esse setor produtivo vem tomando conta do mundo todo. Segunda ela, quem não estiver presente em atividades inovadoras, ligadas à criatividade e às novas tecnologias, “não vai sobreviver”.

“É muito comum analistas do setor cultural se apropriarem do assunto economia criativa e acharem que eles são os únicos que compreendem, que defendem o tema, mas é um equívoco. A economia criativa é uma forma de pensar o mundo moderno, de se fortalecer através de políticas públicas, através de parcerias com o setor privado, no qual o setor cultural tem um papel de muita relevância na formação do cidadão, dos trabalhadores, de conteúdo para os setores culturais e não culturais. A indústria como um todo bebe do setor cultural”, diz.

Confira e entrevista completa:

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