Museu tecnológico rompe fronteiras entre espaço e tempo

Pablo Picasso disse uma vez que “não há, na arte, nem passado, nem futuro. A arte que não estiver no presente jamais será arte”. É possível escolher o modo de representar esse momento entre o que foi e o que virá a ser: seja no estilo, na forma ou no conteúdo.

O teamLab, no entanto, encontrou sua própria maneira de expressar a contemporaneidade em exibições repletas de tecnologia. O grupo interdisciplinar de ultratecnologistas criado no Japão, em 2001, aposta em inovações como ferramentas para reintegrar as partes do que acredita ser um único corpo.

“O teamLab visa explorar uma nova relação entre os seres humanos e a natureza, e entre si e o mundo através da arte. A tecnologia digital permitiu que a arte se libertasse do físico e transcendesse limites. O teamLab não vê limites entre os humanos e a natureza, e entre si e o mundo; um está no outro e o outro em um. Tudo existe numa longa, frágil, porém, miraculosa continuidade sem fronteiras da vida”, explica a página do coletivo.

Após dezenas de exposições, o grupo desenvolveu junto à Mori Building Co., empresa japonesa do segmento da construção civil, o primeiro museu de arte digital, o “Mori Building Digital Art Museum: teamLab Borderless” (em uma tradução literal: Museu de Arte Digital Mori Building: teamLab sem fronteiras).

O edifício, inaugurado em Tóquio em junho deste ano, conta com aproximadamente 50 obras interativas e uma área de 10.000 m², com cinco zonas distintas.

Seguindo o conceito desenvolvido pelo grupo, as obras não têm fronteiras que as separem e, muitas vezes, tomam também os corredores e espaços além das salas, por vezes se sobrepondo ou se fundindo entre si.

Saiba mais através deste link.

 

Imagens: teamLab

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