Negócios da era digital evidenciam caminhos para lucrar com criatividade

Embora o conceito de economia criativa seja relativamente novo – John Howkins popularizou o termo em 2001 com o livro Economia criativa: Como ganhar dinheiro com ideias criativas –, a humanidade sempre caminhou com pequenas e grandes disrupções, seja com a invenção da caneta esferográfica ou criação do maior computador quântico. No entanto, os negócios da era digital evidenciam caminhos para lucrar com a criatividade.

De acordo com o publicitário Patrick Passos, em depoimento ao programa Redação NT, “a economia criativa não é qualquer atividade que você faça que envolva criatividade. Para que isso se classifique como economia criativa, é necessário que você desenvolva um negócio em torno dessa atividade ou desse produto criativo. Ou seja, é necessário que você consiga vender isso para o mercado e que outras pessoas consigam comprar”, afirma o rapaz, que era o responsável pela área de novos negócios da Hyunday Tech em 2015.

Os debatedores do programa ainda lembram que a criatividade está associada à percepção de brechas e oportunidades de lucro que outras pessoas ainda não imaginaram ou viabilizaram. São os casos da Uber, que soube identificar uma nova alternativa de transporte; e da Netflix, que revolucionou o mercado ao propor uma forma mais acessível a produtos audiovisuais.

Confira o programa completo:

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