Recém-formada elabora próteses infantis impressas em 3D para TCC

A recém-formada Stefany Pauly, de 22 anos, criou a Prótese Infantil Extensível 3D como trabalho de conclusão do curso (TCC) de design, do Centro Universitário Belas Artes (SP).

Além dos equipamentos totalmente impressos em 3D, ela também desenvolveu capas personalizadas para as próteses.

“O objetivo do trabalho é que a crianças aceitem melhor a deficiência, e que elas possam ter um desenvolvimento físico e psicológico muito melhor”, resume. 

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem uma série de restrições com impressão 3D e não permite que pacientes utilizem esse tipo de prótese.

No entanto, a jovem ainda anseia que o projeto das capas possa ser incorporado por alguma companhia que atue na área.

“Eu gostaria de continuar com o projeto das capas, sejam elas impressas, em cores ou personalizadas, e tentar trazer isso para o mercado, que seja compatível com as próteses comerciais atuais”, comenta Stefany.

“Criatividade é uma representação minha sobre uma frase do Augusto Cury: ‘Todos nós temos uma criança criativa dentro de si, mas poucos deixam ela existir’. Então, eu acho que nós devemos deixar essa criança repercutir em nossas ações”, diz. 

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