Sentimento de coragem potencializa criatividade

“O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer d’agente é coragem.”

Com toda licença poética ao escritor Guimarães Rosa, a criatividade também requer coragem.

O dicionário Houaiss oferece algumas definições: qualidade ou característica de quem ou do que é criativo; inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar e inovar.

Até o final do século 20, muitas correntes de pensamento ainda acreditavam que apenas os gênios nasciam com o dom da criatividade.

“A criação é resultado do trabalho. As ideias vão ganhando formas aos poucos”, diz Cecília de Almeida Salles, especialista em crítica Genética da PUC-SP.

Ou seja, não é porque você não está produzindo arte ou inventando alguma engenhoca que você não é criativo.

A criatividade é parte das habilidades mentais dos seres humanos. Em maior ou menor escala, todos utilizamos essa capacidade para resolver problemas do nosso dia a dia.

Se você quer aprimorar seu potencial criativo, fugir dos padrões e das convenções sociais é uma ótima escolha.

“Temos que ser corajosos para propor coisas novas, seja vestindo meias diferentes ou comendo de forma inusitada”, diz Brad Hokanson, professor de design da Universidade de Minnesota (EUA). Para ele, colegas de trabalho ou famílias conservadoras podem limitar nossas potencialidades.

No entanto, devemos sempre tentar resolver questões de forma inédita. E procurar novidades: pessoas, lugares, referências culturais. Essa é uma forma de compor o leque que ajuda a expandir a criatividade.

Por Enio Lourenço
Com informações das revistas Superinteressante e Galileu

Compartilhar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *